Mais de 1,8 mil documentos textuais do fundo pessoal da militante pela democracia estão agora catalogados para facilitar o acesso a consulta. Como resultado de um minucioso processamento técnico realizado pela equipe do Centro de Acervo Permanente, esse conjunto de documentos ganha um instrumento de descrição item a item.
Categoria: Seções editoriais
Agrupamento das seções editoriais que compõem a Revista do Arquivo, exceto as seções científicas
Trata-se de um manual para “auxiliar na criação de instrumentos de gestão” de acervos compostos por documentos de arquitetura, que promete oferecer “orientações técnicas para preservação, gestão, acesso e difusão da variedade de espécies e tipos documentais”
No organograma do Arquivo, publicado em 2009, vinculado ao Centro de Preservação, existe o Núcleo de Microfilmagem. No entanto, os tempos mudaram e a avalanche provocada pelo “mundo” digital impactou diretamente os arquivos. Pois bem, agora opera fundamentalmente com digitalização de documentos de arquivo, é o foco do Prata desta edição.
A historiadora Pâmela de Almeida Resenda se dedica a vasculhar fontes documentais reveladoras dos mundos de personagens e grupos oprimidos da sociedade brasileira. Nesta entrevista ela conta detalhes deste trabalho e de sua experiência com arquivos.
Em diálogo com o dossiê temático desta edição, a Revista do Arquivo revisita o acervo de ilustrações do
Arquivo do Estado e faz um recorte com foco no tema “Eleições”, trazendo-nos um dos mais conhecidos e apreciados recursos gráfico-narrativos: a charge.
As imagens reproduzidas a seguir ilustram algumas modalidades de sinistros responsáveis pela degradação de acervos arquivísticos. Elas pertencem ao arquivo do APESP e foram produzidas em visitas técnicas realizadas pelo Centro de Preservação/DPDA e pelo Centro de Assistência ao Municípios/DGSAESP, com a finalidade de subsidiar a elaboração de diagnósticos e avaliações técnicas.
O In Memoriam dessa edição presta uma homenagem póstuma a Calliopi Ghirghinis Del Corvo, funcionária da CGA – Corregedoria Geral da Administração, e nossa ex-colega do Arquivo do Estado, que faleceu em decorrência da pandemia de Covid-19. Um triste fato, que nos abala a todos e todas. Nossa homenagem a ela, em nome das 400 mil vítimas desse enorme flagelo que assola o Brasil.
Crônica de Isaura Bonavita sobre a persistência de memórias da infância a rondar a rotina de trabalho confinado em tempos de pandemia
O que faz um Núcleo com essas aparentes competências expressas na sua nomenclatura? Como assim, “monitoria”? Como assim “fiscalização”? Como atua esse setor? Ele pratica, de fato, o que propõe sua nomenclatura. O que se fiscaliza? Têm os arquivos públicos essa competência? Leia a entrevista com o diretor da área, Benedito Vanelli Neto, e tire suas dúvidas.
A historiadora Marília Cánovas compartilha sua experiência de pesquisa sobre a imigração espanhola em arquivos, especialmente no APESP, em cartórios e até consulados aqui no Brasil, além do arquivo geral da administração e de ministérios na própria Espanha.
A seção Vitrine desta edição abre espaço para Edileine Carvalho Vieira, professora da Escola Paulistinha de Educação/Unifesp, expor o percurso da sua pesquisa de mestrado pelo IEB-USP. Sua investigação enfoca a busca por documentos que comprovassem a existência de olarias na Vila de Piratininga, em acervos como do Mosteiro de São Bento,, Arquivo Histórico Municipal e Arquivo Público do Estado de
São Paulo.
A historiadora Yara Morena revela detalhes do seu processo de pesquisa em arquivos sobre como a população negra era retratada nos documentos policiais na cidade de São Paulo na época da abolição da escravidão, para a contrução de uma visão crítica, a contrapelo da linguagem e abordagem utilizada pelos policiais ao registrar “vadiagem”,”feitiçaria” etc.
A historiadora laureada com o Prêmio Jabuti, Marisa Midori, apresenta sua relação com Arquivos e outras instituições de memória pelo Brasil e mundo afora, especialmente em suas investigações sobre a história do livro e sobre a atividade comercial em São Paulo entre 1889 e 1930, destacando a importância dos catálogos e outros instrumentos de pesquisa.
O primeiro contato ocorreu por meio do site do APESP, ocasião em que enviei um e-mail solicitando informações acerca dos fundos que tratavam de arquitetura escolar paulista nas décadas de 1950/1960, especificamente do Colégio Estadual São Paulo (interesse inicial de pesquisa).
Criado em 2009, com os objetivos de identificar, organizar, classificar, catalogar e descrever mapas e plantas que compõem processos e outros tipos de documentos produzidos por órgãos da administração pública direta e indireta do Estado de São Paulo. Esse Núcleo gerencia os depósitos de documentos em suporte físico e o programa de conversão digital do acervo cartográfico.
